Pessoal, aí está o gabarito do controle de ontem:
“A eleição será livre? Embora se espere que o processo eleitoral seja em geral justo, jornais libaneses têm feito denúncias de compra de votos pelos grandes partidos antes mesmo das eleições.”
(sobre as eleições libanesas; fonte: www.bbc.co.uk).
Com base no texto de Dahl, Sobre Democracia, o Líbano pode ser considerado uma Poliarquia?(0,1) Por quê? (0,3)
Explique o que é poliarquia. (0,2).
Não, para Dahl poliarquia é o sistema que reúne seis instituições democráticas, a saber: funcionários eleitos; eleições livres, justas e freqüentes; liberdade de expressão; fontes alternativas e independentes de informação; autonomia para as associações; e cidadania inclusiva. Não há como saber se o Líbano reúne algumas dessas características, mas o trecho citado indica que, ao menos o quesito das eleições livres não é cumprido.
Para Dahl, Poliarquia é um sistema dotado dessas seis instituições; são as democracias representativas modernas.
---
“O bem comum acima de tudo”
Esse é o slogan político de um vereador carioca. Você acredita que ele está de acordo com a concepção de democracia de Joseph A. Schumpeter, exposta no livro “Capitalismo, Socialismo e Democracia”? Por quê?
Em sua resposta fale sobre a teoria clássica da democracia (0,3) e a alternativa proposta por Schumpeter (0,3).
O slogan é totalmente contrário à concepção que Schumpeter tem de democracia.
O autor critica a teoria clássica justamente porque ela supõe a existência de um bem comum que, para Schumpeter não existe efetivamente (tem significados diferentes para cada pessoa). Não existe uma vontade geral que move a política, e sim vontades manufaturadas que são produto do processo político.
A proposta de Schumpeter consiste em definir democracia apenas por seu modos operandi, ou seja, um sistema é democrático se for formado por meio de uma luta competitiva pelos votos do eleitor.
---
Bom fim de semana para todos! :)
Paula
sexta-feira, 19 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
domingo, 31 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Pessoal,
o gabarito das questões abertas da lista!
1)Rousseau, ao criticar a representação política como delegação, propõe duas formas de contornar seus malefícios. Quais são elas?
A resposta a esse item se encontra no texto do Vicente Barreto, Voto e Representação. As propostas são: aumentar a frequencia das Dietas, que mudando várias vezes os representantes, torna sua sedução mais custosa e difícil. A outra solução seria obrigar os representantes a prestar contas severas a seus constituintes de sua conduta na Dieta.
2)Cite as vantagens, desvantagens e variantes dos métodos eleitorais discutidos por Vicente Barreto.
Democracia simples: sociedade autogovernando-se, como os antigos. Deve-se ter em mente, é claro, que o conceito de cidadão era bem restrito.
Democracia representativa: sistema de governo capaz de abarcar e confederar todos os vários interesses.
Exemplos de democracia representativa: como delegação (o representante executa a vontade de seus eleitores), representação fiduciária (o representante recebe a confiança do eleitor para decidir de forma autônoma) e como representatividade sociológica (a ficção da representação é desenvolvida para atender precisamente a função do representante, numa sociedade na qual a representação de interesses sociais e econômicos é essencial ao seu funcionamento).
Problema da democracia participatória: exaustão dos canais de representação da democracia liberal clássica. O indivíduo, na contemporaneidade, não tem controle sobre a decisão dos governantes.
Página 47: referência aos métodos eleitorais.
3)Tendo em mente os esclarecimentos advindos do texto Estado Moderno e Estado Contemporâneo, de Bobbio, interprete a afirmação de Karl Marx:
“As armas de que se serviu a burguesia para abater o feudalismo voltam-se agora contra a própria burguesia.”
Tendo em mente também o conteúdo do Manifesto: a burguesia, associada aos reis, confere-lhes poder contribuindo para a decadência dos dirigentes anteriores. Na proposta de Marx, os operários retiram esse poder adquirido pelos burgueses.
Maria Emília
o gabarito das questões abertas da lista!
1)Rousseau, ao criticar a representação política como delegação, propõe duas formas de contornar seus malefícios. Quais são elas?
A resposta a esse item se encontra no texto do Vicente Barreto, Voto e Representação. As propostas são: aumentar a frequencia das Dietas, que mudando várias vezes os representantes, torna sua sedução mais custosa e difícil. A outra solução seria obrigar os representantes a prestar contas severas a seus constituintes de sua conduta na Dieta.
2)Cite as vantagens, desvantagens e variantes dos métodos eleitorais discutidos por Vicente Barreto.
Democracia simples: sociedade autogovernando-se, como os antigos. Deve-se ter em mente, é claro, que o conceito de cidadão era bem restrito.
Democracia representativa: sistema de governo capaz de abarcar e confederar todos os vários interesses.
Exemplos de democracia representativa: como delegação (o representante executa a vontade de seus eleitores), representação fiduciária (o representante recebe a confiança do eleitor para decidir de forma autônoma) e como representatividade sociológica (a ficção da representação é desenvolvida para atender precisamente a função do representante, numa sociedade na qual a representação de interesses sociais e econômicos é essencial ao seu funcionamento).
Problema da democracia participatória: exaustão dos canais de representação da democracia liberal clássica. O indivíduo, na contemporaneidade, não tem controle sobre a decisão dos governantes.
Página 47: referência aos métodos eleitorais.
3)Tendo em mente os esclarecimentos advindos do texto Estado Moderno e Estado Contemporâneo, de Bobbio, interprete a afirmação de Karl Marx:
“As armas de que se serviu a burguesia para abater o feudalismo voltam-se agora contra a própria burguesia.”
Tendo em mente também o conteúdo do Manifesto: a burguesia, associada aos reis, confere-lhes poder contribuindo para a decadência dos dirigentes anteriores. Na proposta de Marx, os operários retiram esse poder adquirido pelos burgueses.
Maria Emília
terça-feira, 26 de maio de 2009
Olá, pessoal!
gostaria de lembrar os avisos que foram dados hoje em sala:
amanhã (quinta - 28/05) 12h tem o debate sobre a lista de exercícios, na FA
Sexta (29/05) tem aula de revisão 12h - anf 13 ou 18h anf 14
Sábado 12h (30/05) é a prova!! Não cheguem atrasados e não se esqueçam de levar documento ocm foto
----
Ah, e aí está o gabarito do controle de hoje:
Há alguns meses (set/08), acompanhamos a dificuldade encontrada pelo governo americano para aprovar no Congresso o pacote de medidas para enfrentar a crise do sistema financeiro. Até mesmo parlamentares do Partido Republicano (mesmo partido do então presidente George W. Bush) estavam contra a proposta do governo.
Explique essa situação com base no texto Engenharia Constitucional de Giovani Sartori, abordando os conceitos de “partido eleitoral” e “partido parlamentar”.
Para Sartori, os partidos americanos têm caráter eleitoral, e não parlamentar. O que fica claro no exemplo citado, uma vez que nem os congressistas do partido de Bush o apoiaram, mostrando a incoerência da votação com os interesses do partido, já que os parlamentares estão mais preocupados com as questões eleitorais. (0,6)
----
E o gabarito da lista de exercícios:
1)V 2)V 3)V 4)V 5)F 6)V 7)F 8)F 9)F 10)F 11)F 12)F 13)V 14)V 15)V 16)V 17)V 18)V 19)V 20)F 21)V 22)F 23)V 24)V 25)V 26)V 27)V
Até mais,
Paula
gostaria de lembrar os avisos que foram dados hoje em sala:
amanhã (quinta - 28/05) 12h tem o debate sobre a lista de exercícios, na FA
Sexta (29/05) tem aula de revisão 12h - anf 13 ou 18h anf 14
Sábado 12h (30/05) é a prova!! Não cheguem atrasados e não se esqueçam de levar documento ocm foto
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Ah, e aí está o gabarito do controle de hoje:
Há alguns meses (set/08), acompanhamos a dificuldade encontrada pelo governo americano para aprovar no Congresso o pacote de medidas para enfrentar a crise do sistema financeiro. Até mesmo parlamentares do Partido Republicano (mesmo partido do então presidente George W. Bush) estavam contra a proposta do governo.
Explique essa situação com base no texto Engenharia Constitucional de Giovani Sartori, abordando os conceitos de “partido eleitoral” e “partido parlamentar”.
Para Sartori, os partidos americanos têm caráter eleitoral, e não parlamentar. O que fica claro no exemplo citado, uma vez que nem os congressistas do partido de Bush o apoiaram, mostrando a incoerência da votação com os interesses do partido, já que os parlamentares estão mais preocupados com as questões eleitorais. (0,6)
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E o gabarito da lista de exercícios:
1)V 2)V 3)V 4)V 5)F 6)V 7)F 8)F 9)F 10)F 11)F 12)F 13)V 14)V 15)V 16)V 17)V 18)V 19)V 20)F 21)V 22)F 23)V 24)V 25)V 26)V 27)V
Até mais,
Paula
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Olá, turma G!
aí está a lista de exercícios da unidade 2
ela também está disponível na xerox do DCE (no Ceubinho)
é uma ótima forma de estudar para a prova do dia 23, então aproveitem! :)
Lista de Exercícios – Introdução à Ciência Política
1) O Estado Moderno caracteriza-se pela progressiva centralização do poder,
afirmação do princípio de territorialidade, impessoalidade do comando jurídico
(conforme citado por Weber) e monopólio da força legítima.
2) A tradição monárquica européia terá como uma de suas conseqüências a
inobservância de regimes presidencialistas puros nesse continente, na
contemporaneidade.
3)O Estado de Direito e o Estado Social são características de uma nova forma de
organização política que se contrapõe ao Antigo Regime na medida em que
prescinde da tutela religiosa e da concentração do poder nas mãos do dirigente
executivo.
4) O laissez faire é uma das características do Estado de Direito.
5) A Teoria Marxista do Estado enfoca em sua metodologia a preocupação do Estado
em conciliar interesses burgueses e operários.
6) Há, segundo Sartori, dois tipos de sistemas políticos democráticos; uma
grande diferença entre eles é o comportamento típico de seus partidos políticos.
7) De acordo com Sartori, há, nos Estados Unidos, uma efetiva divisão do poder,
e pode-se concluir que ao presidente Barack Obama seria lícito dissolver o
Parlamento.
8) O sistema dos Estados Unidos funciona bem graças à sua Constituição
modelarmente democrática.
9) A proporção de poder entre os presidentes norte e latino-americanos pode ser
comparada entre à dos reis modernos e feudais.
10) Para Sartori, a melhor saída para a instabilidade política da América Latina
é a implementação do Parlamentarismo.
11) Classifica-se de forma crescente o exercício de poder ao Ministro da
seguinte forma: Ministro inglês, Ministro Alemão, Ministro Francês.
12) Montesquieu considera o funcionamento dos regimes políticos sob uma ótica
reacionária.
13) A origem das leis, conforme Montesquieu, está no próprio mundo que a
seguirá.
14) Maquiavel, assim como Montesquieu, dedicou-se à abordagem dos fundamentos da
estabilidade do poder.
15) A honra é o princípio da monarquia, a virtude é o princípio da democracia, e
o medo é o princípio do despotismo.
16) Montesquieu aborda, em sua teoria, uma forma de abrandar os poderes de um
possível Príncipe proposto por Maquiavel.
17) O Estado Moderno, para Marx, nada mais é que um comitê para administrar
negócios comuns de toda a classe burguesa.
18) No diálogo travado pelos três persas (no texto Teoria das Formas de Governo, Bobbio),
percebe-se uma visão liberal em Dario, uma visão elitista em Megabises e uma
visão conservadora em Otanes.
19) De acordo com o princípio pelo qual as várias formas de governo são formas
sucessivas uma das outras, uma forma alternada entre boa e ruim seria a
sequência: monarquia, tirania, aristocracia, oligarquia, democracia, oclocracia.
20) Aristóteles vê a escravidão com o mesmo viés pelo qual Marx avalia a
exploração da mão-de-obra operária por parte dos capitalistas.
21) O critério de Aristóteles, ao investigar as formas de governo, avalia se o
interesse levado em conta é o coletivo ou o individual. Esse último é
exemplificado pelo senhor de escravos.
22) Para Munck, o sucesso de um movimento social deve ser medido segundo duas dimensões: a estratégia e a identidade, sendo que a primeira deve ter prioridade sobre a outra.
23)A escola americana foca no ator, mas é incapaz de explicar sua formação. Para tanto, a abordagem européia é mais apropriada. Segundo ela, a emergência do ator ocorre inserida em uma ordem e em conflito com a mesma.
24)A coordenação de um movimento social deve ser descentralizada e não-hierárquica. Logo, não pode basear-se em sanções compulsórias, precisando recorrer a outros meios (como aspectos culturais e redes de relações sociais).
25)Movimentos sociais devem representar os interesses da sociedade civil, mas não podem limitar sua ação a ela, pois é preciso agir na arena político-institucional para conquistar seus objetivos.
Itens discursivos
1)Rousseau, ao criticar a representação política como delegação, propõe duas
formas de contornar seus malefícios. Quais são elas?
2)Cite as vantagens, desvantagens e variantes dos métodos eleitorais discutidos
por Vicente Barreto.
3)Tendo em mente os esclarecimentos advindos do texto Estado Moderno e Estado
Contemporâneo, de Bobbio, interprete a afirmação de Karl Marx:
"As armas de que se serviu a burguesia para abater o feudalismo voltam-se agora
contra a própria burguesia".
Bom estudo e bom fim de semana
beijos!
Paula
aí está a lista de exercícios da unidade 2
ela também está disponível na xerox do DCE (no Ceubinho)
é uma ótima forma de estudar para a prova do dia 23, então aproveitem! :)
Lista de Exercícios – Introdução à Ciência Política
1) O Estado Moderno caracteriza-se pela progressiva centralização do poder,
afirmação do princípio de territorialidade, impessoalidade do comando jurídico
(conforme citado por Weber) e monopólio da força legítima.
2) A tradição monárquica européia terá como uma de suas conseqüências a
inobservância de regimes presidencialistas puros nesse continente, na
contemporaneidade.
3)O Estado de Direito e o Estado Social são características de uma nova forma de
organização política que se contrapõe ao Antigo Regime na medida em que
prescinde da tutela religiosa e da concentração do poder nas mãos do dirigente
executivo.
4) O laissez faire é uma das características do Estado de Direito.
5) A Teoria Marxista do Estado enfoca em sua metodologia a preocupação do Estado
em conciliar interesses burgueses e operários.
6) Há, segundo Sartori, dois tipos de sistemas políticos democráticos; uma
grande diferença entre eles é o comportamento típico de seus partidos políticos.
7) De acordo com Sartori, há, nos Estados Unidos, uma efetiva divisão do poder,
e pode-se concluir que ao presidente Barack Obama seria lícito dissolver o
Parlamento.
8) O sistema dos Estados Unidos funciona bem graças à sua Constituição
modelarmente democrática.
9) A proporção de poder entre os presidentes norte e latino-americanos pode ser
comparada entre à dos reis modernos e feudais.
10) Para Sartori, a melhor saída para a instabilidade política da América Latina
é a implementação do Parlamentarismo.
11) Classifica-se de forma crescente o exercício de poder ao Ministro da
seguinte forma: Ministro inglês, Ministro Alemão, Ministro Francês.
12) Montesquieu considera o funcionamento dos regimes políticos sob uma ótica
reacionária.
13) A origem das leis, conforme Montesquieu, está no próprio mundo que a
seguirá.
14) Maquiavel, assim como Montesquieu, dedicou-se à abordagem dos fundamentos da
estabilidade do poder.
15) A honra é o princípio da monarquia, a virtude é o princípio da democracia, e
o medo é o princípio do despotismo.
16) Montesquieu aborda, em sua teoria, uma forma de abrandar os poderes de um
possível Príncipe proposto por Maquiavel.
17) O Estado Moderno, para Marx, nada mais é que um comitê para administrar
negócios comuns de toda a classe burguesa.
18) No diálogo travado pelos três persas (no texto Teoria das Formas de Governo, Bobbio),
percebe-se uma visão liberal em Dario, uma visão elitista em Megabises e uma
visão conservadora em Otanes.
19) De acordo com o princípio pelo qual as várias formas de governo são formas
sucessivas uma das outras, uma forma alternada entre boa e ruim seria a
sequência: monarquia, tirania, aristocracia, oligarquia, democracia, oclocracia.
20) Aristóteles vê a escravidão com o mesmo viés pelo qual Marx avalia a
exploração da mão-de-obra operária por parte dos capitalistas.
21) O critério de Aristóteles, ao investigar as formas de governo, avalia se o
interesse levado em conta é o coletivo ou o individual. Esse último é
exemplificado pelo senhor de escravos.
22) Para Munck, o sucesso de um movimento social deve ser medido segundo duas dimensões: a estratégia e a identidade, sendo que a primeira deve ter prioridade sobre a outra.
23)A escola americana foca no ator, mas é incapaz de explicar sua formação. Para tanto, a abordagem européia é mais apropriada. Segundo ela, a emergência do ator ocorre inserida em uma ordem e em conflito com a mesma.
24)A coordenação de um movimento social deve ser descentralizada e não-hierárquica. Logo, não pode basear-se em sanções compulsórias, precisando recorrer a outros meios (como aspectos culturais e redes de relações sociais).
25)Movimentos sociais devem representar os interesses da sociedade civil, mas não podem limitar sua ação a ela, pois é preciso agir na arena político-institucional para conquistar seus objetivos.
Itens discursivos
1)Rousseau, ao criticar a representação política como delegação, propõe duas
formas de contornar seus malefícios. Quais são elas?
2)Cite as vantagens, desvantagens e variantes dos métodos eleitorais discutidos
por Vicente Barreto.
3)Tendo em mente os esclarecimentos advindos do texto Estado Moderno e Estado
Contemporâneo, de Bobbio, interprete a afirmação de Karl Marx:
"As armas de que se serviu a burguesia para abater o feudalismo voltam-se agora
contra a própria burguesia".
Bom estudo e bom fim de semana
beijos!
Paula
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Olá, turma G!
O gabarito do controle 3 está aí
Qualquer dúvida, falem conosco! :)
Explique a noção de estado pré-moderno em oposição à moderna.
Um bocado de alunos se confundiu, trocou os conceitos ou não entendeu a pergunta. Ela pede simplesmente que se esclareça as características do estado pré-moderno (isso é, feudal) em oposição ao estado moderno. Lembrando que o “à” remete a noção, portanto, a noção de um em oposição à noção do outro. Eu tentei considerar cada ponto que vocês colocaram no controle, entretanto, a resposta ideal seria aquela em que falasse da questão política, religiosa e econômica/territorial nas duas formas de organização. O critério de correção foi 0,1 para cada comparação correta.
RELIGIÃO
Estado pré-moderno -> Igreja > Estado
Estado moderno -> Igreja < Estado
TERRITÓRIO
Estado pré-moderno -> fragmentado
Estado moderno -> delimitado
ECONOMIA
Estado pré-moderno -> estagnada (subsistência)
Estado moderno -> expansão (grandes navegações)
POLÍTICA
Estado pré-moderno -> descentralizada
Estado moderno -> centralizada, impessoalidade do comando político
Lembrando que as informações referentes à pergunta se encontram logo no início do texto, especialmente a partir do primeiro parágrafo da página 426 “O elemento central de tal diferenciação” até o último parágrafo desta mesma página “a sucinta descrição que acabamos de fazer representa, em suas linhas gerais, o “Estado” político da Europa cristã na idade imediatamente pré-moderna...”
Muita gente não gostou do texto, pelo fato de ele não ser muito claro. Entretanto, pessoal, os autores que explicitam suas teorias de forma clara e compreensível a uma primeira leitura são quase exceções, não é mesmo?! Então, da próxima que se depararem com um texto meio “nebuloso”, dediquem a ele o melhor de si, a máxima atenção até que ele, enfim, se torne claro.
Um abraço,
Maria Emília
------
No texto a “Teoria das Formas de Governo”, Bobbio apresenta uma hierarquia das formas de governo proposta por Aristóteles. Segundo essa hierarquia, qual seria a melhor forma?
Como Montesquieu, na obra “Do Espírito das Leis”, define a natureza dessa forma de governo? Exemplifique.
Na hierarquia proposta por Aristóteles, a monarquia é a melhor forma de governo. (0,2).
Para Montesquieu, a natureza do governo monárquico é a existência de poderes subordinados dependentes (0,3), como a nobreza e clero (0,1).
---
Essa era a resposta que eu estava esperando, contudo algumas pessoas responderam politia e eu considerei, conforme a argumentação. Uma boa resposta foi a da Priscyla Bernardes (parabéns, Priscyla!), que está adiante:
“A melhor forma seria a politia, uma junção da democracia com a aristocracia. Apesar de não ser a primeira no nível hierárquico, a politia conferiria mais estabilidade do que, por exemplo, o reino, que é a primeira hierarquicamente, mas facilmente se corrompe em tirania, a pior de todas.
Segundo Montesquieu, a natureza dessa forma, que ele chamou de democracia simplesmente, seria a moderação em busca do bem comum.”
Paula
O gabarito do controle 3 está aí
Qualquer dúvida, falem conosco! :)
Explique a noção de estado pré-moderno em oposição à moderna.
Um bocado de alunos se confundiu, trocou os conceitos ou não entendeu a pergunta. Ela pede simplesmente que se esclareça as características do estado pré-moderno (isso é, feudal) em oposição ao estado moderno. Lembrando que o “à” remete a noção, portanto, a noção de um em oposição à noção do outro. Eu tentei considerar cada ponto que vocês colocaram no controle, entretanto, a resposta ideal seria aquela em que falasse da questão política, religiosa e econômica/territorial nas duas formas de organização. O critério de correção foi 0,1 para cada comparação correta.
RELIGIÃO
Estado pré-moderno -> Igreja > Estado
Estado moderno -> Igreja < Estado
TERRITÓRIO
Estado pré-moderno -> fragmentado
Estado moderno -> delimitado
ECONOMIA
Estado pré-moderno -> estagnada (subsistência)
Estado moderno -> expansão (grandes navegações)
POLÍTICA
Estado pré-moderno -> descentralizada
Estado moderno -> centralizada, impessoalidade do comando político
Lembrando que as informações referentes à pergunta se encontram logo no início do texto, especialmente a partir do primeiro parágrafo da página 426 “O elemento central de tal diferenciação” até o último parágrafo desta mesma página “a sucinta descrição que acabamos de fazer representa, em suas linhas gerais, o “Estado” político da Europa cristã na idade imediatamente pré-moderna...”
Muita gente não gostou do texto, pelo fato de ele não ser muito claro. Entretanto, pessoal, os autores que explicitam suas teorias de forma clara e compreensível a uma primeira leitura são quase exceções, não é mesmo?! Então, da próxima que se depararem com um texto meio “nebuloso”, dediquem a ele o melhor de si, a máxima atenção até que ele, enfim, se torne claro.
Um abraço,
Maria Emília
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No texto a “Teoria das Formas de Governo”, Bobbio apresenta uma hierarquia das formas de governo proposta por Aristóteles. Segundo essa hierarquia, qual seria a melhor forma?
Como Montesquieu, na obra “Do Espírito das Leis”, define a natureza dessa forma de governo? Exemplifique.
Na hierarquia proposta por Aristóteles, a monarquia é a melhor forma de governo. (0,2).
Para Montesquieu, a natureza do governo monárquico é a existência de poderes subordinados dependentes (0,3), como a nobreza e clero (0,1).
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Essa era a resposta que eu estava esperando, contudo algumas pessoas responderam politia e eu considerei, conforme a argumentação. Uma boa resposta foi a da Priscyla Bernardes (parabéns, Priscyla!), que está adiante:
“A melhor forma seria a politia, uma junção da democracia com a aristocracia. Apesar de não ser a primeira no nível hierárquico, a politia conferiria mais estabilidade do que, por exemplo, o reino, que é a primeira hierarquicamente, mas facilmente se corrompe em tirania, a pior de todas.
Segundo Montesquieu, a natureza dessa forma, que ele chamou de democracia simplesmente, seria a moderação em busca do bem comum.”
Paula
terça-feira, 21 de abril de 2009
Olá, turma G!
Como foi o feriado? Em primeiro lugar gostaria de congratular aos seguintes alunos:
*Guilherme Borges
*Rafael Tatsch
*Raysa Castro
*Victor Lima
*Daniel Oliveira Silva e
*Thiago Ferreira Lima
Por terem obtido nota máxima nesse controle que foi um pouquinho mais puxado; entretanto, a média caiu bem pouco, de 0,47 para 0,45.
Passemos aos controles, portanto.
Controle 2 (Tipo A)
Julgue as seguintes afirmativas, justificando tanto as verdadeiras quanto as falsas. Cada item vale 0,1.
1) Maquiavel e Weber têm em comum o traço conservador em seus discursos.Os aspectos relacionados à Igreja-Estado e,consequentemente, à fé-conduta política se mantêm semelhantes às do pensamento Medieval.
Item Falso. Esse foi de graça, né, pessoal? Acho que não há nem o que comentar. De qualquer forma, os conselhos que Maquiavel dá sobre como se portar como “um homem religioso” enquanto se age com braço forte explicita bem a diferença entre fé e conduta política. O mesmo se aplica a Weber, com suas duas éticas.
2) Weber inova ao tirar o foco dos governantes e colocá-los nos governados, mostrando três formas de se fundamentar a obediência.
Item Verdadeiro. Esse item foi pensando naqueles que só começam a ler os textos (não que isso seja correto). No texto “Os três tipos puros de dominação legítima”, logo na primeira linha, Weber mostra o que se propõe a estudar: a probabilidade de encontrar obediência.
3) Para Hannah Arendt, o Estado burocrático é o que melhor caracteriza o desenvolvimento racional do Estado Moderno.
Item Falso. Conforme alguns alunos tiveram a sagacidade de observar, essa afirmação foi feita por Weber, que tem a visão diametralmente oposta a Arendt nesse aspecto. Para ela, o Estado Burocrático é tirânico, pois com a constante divisão de papéis, não sabemos a quem responsabilizar.
4) Hannah Arendt e Weber veem a violência como o elemento caracterizador de um Estado soberano.
Item Falso. Mais uma vez, Hannah e Weber colocados par a par, sendo que pensam de forma diferente. Para Weber, o Estado se caracteriza pelo monopólio da força legítima. Para Hannah, o traço legitimador é o consenso, o apoio do povo.
5)Maquiavel sustenta ser necessário ao Príncipe uma conduta compatível com a fé crisã, sendo que esta estava em plena ascensão em 1512,ano em que sua obra-prima começou a ser escrita.
Item Falso. A conduta não deve ser compatível com a fé cristã. Deve ter aparência de ser. (É a história de ter virtú)
6) Para Hannah Arendt, é o apoio do povo que confere poder às instituições de um país.Todas as instituições políticas são manifestações e materializações do poder.
Item Verdadeiro. Um dos pontos-chave do pensamento de Hannah está justamente nesse trecho do texto (Página 34).
Controle 2 (Tipo B)
1) Segundo Maquiavel, um Príncipe deve ser firme em suas promessas, a fim de não descontentar o povo.
Item Falso. Caso a conjuntura mude, e a manutenção da promessa traga mais malefícios que benefícios, o príncipe deve, segundo Maquiavel, revogar a promessa.
2) Weber identifica diferentes formas históricas de poder, descobrindo quais são os diferentes posicionamentos dos súditos frente aos governantes, descobrindo duas.
Item falso. Ele descobre 3: tradicional, racional-legal e carismática. (Todos já estão sabendo de cor a essa altura, né!)
3) Hannah Arendt relaciona a ruptura súbita e dramática do poder que anuncia as revoluções à estreita ligação entre apoio popular e poder das instituições.
Item Verdadeiro. Se a teoria de Hannah considera o consentimento o traço legitimador de um governo, logo, uma revolução (que evidencia a falta de consentimento) evidencia o caos que se instaura quando não há mais ligação entre apoio popular e poder das instituições.
4) Hannah Arendt confessa a necessidade do uso da violência em casos extremos para assegurar a segurança e soberania de um Estado.
Item Falso. Como ninguém errou esse item óbvio, não cabem explicações.
5) Maquiavel discorre sobre o Estado ideal, uma vez que busca pela verità effetuale dela cosa.
Item falso. São os fatos reais que importam para Maquiavel, diferentemente dos idealistas da antiguidade.
6) Segundo Maquiavel, um Príncipe deve ser fiel a seus princípios morais e religiosos.
Item Falso. Um Príncipe deve conduzir seus súditos de acordo com a virtú, não de acordo com preceitos morais ou religiosos.
Espero que o controle tenha sido, antes de uma fonte de nota, uma fonte de informações úteis para a prova e para a vida acadêmica de vocês. Continuem atentos ao blog, e até mais!
Maria Emília
Como foi o feriado? Em primeiro lugar gostaria de congratular aos seguintes alunos:
*Guilherme Borges
*Rafael Tatsch
*Raysa Castro
*Victor Lima
*Daniel Oliveira Silva e
*Thiago Ferreira Lima
Por terem obtido nota máxima nesse controle que foi um pouquinho mais puxado; entretanto, a média caiu bem pouco, de 0,47 para 0,45.
Passemos aos controles, portanto.
Controle 2 (Tipo A)
Julgue as seguintes afirmativas, justificando tanto as verdadeiras quanto as falsas. Cada item vale 0,1.
1) Maquiavel e Weber têm em comum o traço conservador em seus discursos.Os aspectos relacionados à Igreja-Estado e,consequentemente, à fé-conduta política se mantêm semelhantes às do pensamento Medieval.
Item Falso. Esse foi de graça, né, pessoal? Acho que não há nem o que comentar. De qualquer forma, os conselhos que Maquiavel dá sobre como se portar como “um homem religioso” enquanto se age com braço forte explicita bem a diferença entre fé e conduta política. O mesmo se aplica a Weber, com suas duas éticas.
2) Weber inova ao tirar o foco dos governantes e colocá-los nos governados, mostrando três formas de se fundamentar a obediência.
Item Verdadeiro. Esse item foi pensando naqueles que só começam a ler os textos (não que isso seja correto). No texto “Os três tipos puros de dominação legítima”, logo na primeira linha, Weber mostra o que se propõe a estudar: a probabilidade de encontrar obediência.
3) Para Hannah Arendt, o Estado burocrático é o que melhor caracteriza o desenvolvimento racional do Estado Moderno.
Item Falso. Conforme alguns alunos tiveram a sagacidade de observar, essa afirmação foi feita por Weber, que tem a visão diametralmente oposta a Arendt nesse aspecto. Para ela, o Estado Burocrático é tirânico, pois com a constante divisão de papéis, não sabemos a quem responsabilizar.
4) Hannah Arendt e Weber veem a violência como o elemento caracterizador de um Estado soberano.
Item Falso. Mais uma vez, Hannah e Weber colocados par a par, sendo que pensam de forma diferente. Para Weber, o Estado se caracteriza pelo monopólio da força legítima. Para Hannah, o traço legitimador é o consenso, o apoio do povo.
5)Maquiavel sustenta ser necessário ao Príncipe uma conduta compatível com a fé crisã, sendo que esta estava em plena ascensão em 1512,ano em que sua obra-prima começou a ser escrita.
Item Falso. A conduta não deve ser compatível com a fé cristã. Deve ter aparência de ser. (É a história de ter virtú)
6) Para Hannah Arendt, é o apoio do povo que confere poder às instituições de um país.Todas as instituições políticas são manifestações e materializações do poder.
Item Verdadeiro. Um dos pontos-chave do pensamento de Hannah está justamente nesse trecho do texto (Página 34).
Controle 2 (Tipo B)
1) Segundo Maquiavel, um Príncipe deve ser firme em suas promessas, a fim de não descontentar o povo.
Item Falso. Caso a conjuntura mude, e a manutenção da promessa traga mais malefícios que benefícios, o príncipe deve, segundo Maquiavel, revogar a promessa.
2) Weber identifica diferentes formas históricas de poder, descobrindo quais são os diferentes posicionamentos dos súditos frente aos governantes, descobrindo duas.
Item falso. Ele descobre 3: tradicional, racional-legal e carismática. (Todos já estão sabendo de cor a essa altura, né!)
3) Hannah Arendt relaciona a ruptura súbita e dramática do poder que anuncia as revoluções à estreita ligação entre apoio popular e poder das instituições.
Item Verdadeiro. Se a teoria de Hannah considera o consentimento o traço legitimador de um governo, logo, uma revolução (que evidencia a falta de consentimento) evidencia o caos que se instaura quando não há mais ligação entre apoio popular e poder das instituições.
4) Hannah Arendt confessa a necessidade do uso da violência em casos extremos para assegurar a segurança e soberania de um Estado.
Item Falso. Como ninguém errou esse item óbvio, não cabem explicações.
5) Maquiavel discorre sobre o Estado ideal, uma vez que busca pela verità effetuale dela cosa.
Item falso. São os fatos reais que importam para Maquiavel, diferentemente dos idealistas da antiguidade.
6) Segundo Maquiavel, um Príncipe deve ser fiel a seus princípios morais e religiosos.
Item Falso. Um Príncipe deve conduzir seus súditos de acordo com a virtú, não de acordo com preceitos morais ou religiosos.
Espero que o controle tenha sido, antes de uma fonte de nota, uma fonte de informações úteis para a prova e para a vida acadêmica de vocês. Continuem atentos ao blog, e até mais!
Maria Emília
domingo, 12 de abril de 2009
Olá, pessoal!
Nas nossas primeiras aulas, foi abordado o assunto do poder segundo Duverger, Schmitter, Weber e João Ubaldo. Com exceção desse último, os autores são estrangeiros. Duverger é francês, Schmitter é italiano, e Weber é alemão. Nada melhor, portanto, que ter o exemplo mais próximo de nós que poderíamos, quanto ao poder. Como? Na nossa Constituição! Na quinta feira do dia 26 de março, o artigo primeiro foi citado por um de vocês. Ela diz assim:
“Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.”
Pois bem: Ou exercemos nosso poder indiretamente, que é votando em alguém, delegando nosso poder a outro, ou diretamente. Agora eu pergunto: Nesse exato momento, se você quiser exercer esse poder, saberá como? Ora, a justiça te assegura esse direito, como exercê-lo?
*Manifestando sua opinião em plebiscitos e referendos Art. 14, I e II;
*Através da iniciativa popular de leis (Sim, você pode criar leis! Só depende de você convencer 1% do eleitorado nacional, de pelo menos 5 Estados – entre outras coisas...)- art. 61 parágrafo 2º;
*Pedindo informações em órgãos públicos, como diz o Art 5, XXXIII;
*Fazendo uma petição administrativa – Art 5, XXXIV;
*Entrando com um mandado de injunção – Art 5º, inciso LXXI;
*Fazendo uma denúncia direta ao TCU - Art 74, parágrafo 2º;
*Fiscalizando as contas públicas – Art. 31
Que beleza, como somos poderosos, hein! =)
Bom, brincadeiras a parte, é altamente recomendável que vocês se inteirem da nossa Constituição.
Um grande abraço!
Maria Emília
Nas nossas primeiras aulas, foi abordado o assunto do poder segundo Duverger, Schmitter, Weber e João Ubaldo. Com exceção desse último, os autores são estrangeiros. Duverger é francês, Schmitter é italiano, e Weber é alemão. Nada melhor, portanto, que ter o exemplo mais próximo de nós que poderíamos, quanto ao poder. Como? Na nossa Constituição! Na quinta feira do dia 26 de março, o artigo primeiro foi citado por um de vocês. Ela diz assim:
“Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.”
Pois bem: Ou exercemos nosso poder indiretamente, que é votando em alguém, delegando nosso poder a outro, ou diretamente. Agora eu pergunto: Nesse exato momento, se você quiser exercer esse poder, saberá como? Ora, a justiça te assegura esse direito, como exercê-lo?
*Manifestando sua opinião em plebiscitos e referendos Art. 14, I e II;
*Através da iniciativa popular de leis (Sim, você pode criar leis! Só depende de você convencer 1% do eleitorado nacional, de pelo menos 5 Estados – entre outras coisas...)- art. 61 parágrafo 2º;
*Pedindo informações em órgãos públicos, como diz o Art 5, XXXIII;
*Fazendo uma petição administrativa – Art 5, XXXIV;
*Entrando com um mandado de injunção – Art 5º, inciso LXXI;
*Fazendo uma denúncia direta ao TCU - Art 74, parágrafo 2º;
*Fiscalizando as contas públicas – Art. 31
Que beleza, como somos poderosos, hein! =)
Bom, brincadeiras a parte, é altamente recomendável que vocês se inteirem da nossa Constituição.
Um grande abraço!
Maria Emília
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Olá! :)
Aí está as notas do primeiro controle, qualquer dúvida que vocês tiverem quanto à correção, podem falar comigo.
Gostaria de lembrá-los de que dia 25 de abril (sábado) será a primeira prova de vocês
O local de prova será divulgado posteriormente, mas não se esqueçam de trazer um documento com foto!!
Na Sexta, dia 24 de abril, teremos o "aulão de revisão" de todos os textos vistos na 1ª unidade, às 12h ou 18h. Não faltem!
Paula
terça-feira, 17 de março de 2009
Sejam Bem-vindos ao blog da monitoria de Intodução a Ciência Política turma G.
Qualquer dúvida em relação à ementa ou a qualquer outro aspecto da disciplina, não hesitem em mandar um post ou um e-mail (divulgado em sala).
Este blog será o principal canal de comunicação entre os alunos e as monitoras. Inclusive para divulgação das notas dos controles e das provas.
Avisos importantes:
1- A apostila já está disponível na xerox da FA, na Copiadora do DCE (localizada no ceubinho - ICC Ala Norte) e na Copiadora do Henrique (localizada do udefinho - ICC Ala Sul). R$ 45,00
Essa apostila contém todos os textos que serão estudados ao longo do semestre!
2- Próximos textos:
19/março
RIBEIRO, João Ubaldo. Política: quem manda, por que manda, como manda.
24/março
SCHMITTER, C. Philippe. Reflexões sobre o conceito de política.
Qualquer dúvida em relação à ementa ou a qualquer outro aspecto da disciplina, não hesitem em mandar um post ou um e-mail (divulgado em sala).
Este blog será o principal canal de comunicação entre os alunos e as monitoras. Inclusive para divulgação das notas dos controles e das provas.
Avisos importantes:
1- A apostila já está disponível na xerox da FA, na Copiadora do DCE (localizada no ceubinho - ICC Ala Norte) e na Copiadora do Henrique (localizada do udefinho - ICC Ala Sul). R$ 45,00
Essa apostila contém todos os textos que serão estudados ao longo do semestre!
2- Próximos textos:
19/março
RIBEIRO, João Ubaldo. Política: quem manda, por que manda, como manda.
24/março
SCHMITTER, C. Philippe. Reflexões sobre o conceito de política.
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